EXPERIÊNCIAS DE FÉ

Milagre durante prova de concurso

Esta maravilhosa experiência com Deus aconteceu no ano de 1991, quando prestei um concurso público para o Judiciário Federal. Estava inscrito entre milhares para uma das sete vagas disponíveis. O cargo era de nível superior, o que exigia maior preparação.

Sem condições de pagar um curso preparatório, mantive minha jornada de oração diária e estudo, nas poucas horas livres que tinha após o emprego da época. O tempo entre as inscrições e a realização das provas também era muito exíguo.

Havia uma disciplina difícil no programa do concurso. Era direito financeiro. Lembro que, àquela época, era raro encontrarmos livros sobre o tema em Belém. Por isso, praticamente, nada estudei.

As provas foram aplicadas em várias escolas da cidade. No meu caso, o exame ocorreu no colégio Visconde de Souza Franco, bem no centro de Belém. Naquele tempo, o prédio estava deteriorado e completamente sujo. As paredes das salas estavam tão pichadas que formavam uma espécie de “barra” até onde os alunos alcançavam para riscar. Entrara naquela escola pela primeira vez. E confesso ter ficado chocado com tanta sujeira e abandono.
Como de costume, procurei uma cadeira junto à parede. Sempre gostei de privacidade em sala de aula.

A prova estava relativamente boa. Até que surgiu uma questão de direito financeiro. O quesito da prova queria saber quais são as fases de uma despesa pública. Eu não sabia! Não havia outro remédio, senão orar e confiar em Deus.

E foi assim, refugiando-me em oração, com o rosto voltado para a parede, que uma anotação me despertou. Foi um momento único. Enquanto minha mente indagava quais, afinal, são as fases da despesa pública, comecei a acreditar que a resposta estava escrita bem ao meu lado. Então, fixei bem os olhos, e pude ler. Estava escrito assim: “As fases da despesa pública são: empenho, liquidação e pagamento, segundo a Lei 4.320/1964”.

Um grande milagre estava acontecendo diante de meus olhos! Eu sabia que o bondoso Deus enviara socorro de seu Reino. Não havia justificativa plausível. Era uma escola de ensino médio. Suja. Toda grafitada. Como essa informação fora parar ali, bem diante de mim?
Eu sei em Quem tenho crido!